A funcionalidade já está em teste no iPhone. O que muda e o que ainda não muda, no dia a dia.
O WhatsApp está a introduzir um ponto verde que indica, em tempo real, quando um contacto está ativo na app.
A novidade apareceu pela primeira vez em dispositivos Android no mês passado e chegou agora à versão beta para iPhone, de acordo com o site de referência WaBetaInfo. Para quem usa a app todos os dias, isto significa uma forma mais imediata de perceber se a pessoa do outro lado está neste momento com o telemóvel na mão.
Como funciona o ponto verde do WhatsApp
O indicador é simples: um pequeno círculo verde aparece sobre a foto de perfil do contacto enquanto este está com a app aberta. Assim que sai, o ponto desaparece. Não há atraso nem estimativas, é o estado atual, atualizado ao segundo.
Por agora, o ponto só é visível num sítio específico: o ecrã de informações do contacto, que abres ao tocar no nome na parte superior de uma conversa. Não aparece ainda na lista de conversas nem dentro do próprio chat.
Onde ainda não vais ver o indicador
A ausência do ponto na lista de conversas é, provavelmente, o detalhe mais relevante desta fase de testes. Seria a localização mais útil, e mais intrusiva. O WhatsApp pode ainda optar por alargar a visibilidade do indicador nessa direção, mas por agora não há confirmação.
Disponibilidade e privacidade
Aqui está o pormenor que muitos vão querer saber: as regras de privacidade existentes mantêm-se. Se já configuraste o WhatsApp para ocultar o teu estado online e o teu “visto por último”, o ponto verde simplesmente não aparece para os outros. Não há forma de contornar isso.
A funcionalidade está disponível para alguns utilizadores da versão beta iOS 26.26.10.72 no TestFlight. A distribuição alarga-se gradualmente nas próximas semanas. A chegada à versão estável, a que toda a gente usa, não tem data anunciada.
O WhatsApp quer que saibas que a outra pessoa está ali
A adição deste indicador segue uma lógica clara: aproximar o WhatsApp do modelo de presença que plataformas como o Instagram ou o Messenger já usam há anos.
A Meta, que detém as três apps, parece estar a uniformizar a linguagem visual entre os seus serviços, e a aumentar a sensação de conversa em tempo real. Se isso vai pressionar mais pessoas a responderem depressa, é uma questão diferente.
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Redator de tecnologia no Minuto Digital. Especializado em smartphones, inteligência artificial e inovação digital. Explico as últimas novidades tech de forma simples, clara e direta.

























